terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Alexandre Herculano

Nascido em Lisboa a 28 de Março de 1810 e de origens humildes, Alexandre Herculano, foi o responsável pela introdução e pelo desenvolvimento da narrativa histórica em Portugal. É também considerado, conjuntamente com Almeida Garret, o introdutor do Romantismo em Portugal.
Alexandre recebeu uma educação sólida de formação clássica, contudo, viu-se obrigado a desistir dos estudos na faculdade. Aprendeu várias línguas como Alemão, Inglês, Francês e Italiano de forma autodidacta.
A 21 de Agosto de 1831 participou na revolta de Regimento nº4 de Lisboa, contra o governo ditatorial de D. Miguel I.
Em 1837 foi convidado para desempenhar o papel de primeiro redactor da revista Panorama.
Em 1942 pública aquela que viria a ser considerada a maior obra do Romantismo Histórico de Portugal, do século XIX, Eurico, o presbítero.
Morreu em Vale de Lobos a 13 de Setembro de 1877, com 67 anos de vida.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Bernardim Ribeiro

Poeta e escritor português, Bernardim Ribeiro, foi um importante renascentista e ficou célebre com a sua novela " Saudades", mais conhecida por " Menina e Moça". Ficou conhecido, também, por introduzir o Bucolismo em Portugal.
A sua escrita caracteriza-se por ser estilizada e arcaica.
Os seus dados pessoais não são certos, contudo, pensa-se que tenha nascido por volta de 1842 em Torrão no Alentejo e quanto a sua data de morte esta é classificada como indefinida ou por volta de 1552.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Os Discursos Políticos e as Funções da Linguagem

Foi-nos solicitado em aula para identificarmos, num discurso político, as funções da linguagem e toda a sua estrutura.
Irei pegar num discurso político mais antigo, pois, muitos dos nossos caros e estimados políticos querem dizer muito mas não dizem nada. Ou, pelo menos não estão muito empenhados em dizer algo correcto e certeiro, mas sim, apenas algo para convencer, iludir ou tentar persuadir-nos, a nós o povo ("Zé Povinho").
Neste discurso, de tempos mais antigos, proferido por José Estevão sobre um qualquer problema de incompatibilidade nas leis consegui identificar todas as funções da linguagem. A função Informativa, a função Emotiva, a função Apelativa, a função Fática, a função Metalinguística e a função Poética
Deparo-me também com uma estrutura textual muito bem organizada. Com uma introdução breve onde apresenta o tema, um desenvolvimento onde nos apresenta argumentos para a incompatibilidade das leis e uma conclusão breve.
Poderiamos comparar este texto Ao Sermão de Santo António aos Peixes não fosse a escrita de Padre António Vieira incompararável, contudo, a nível de estrutura textual e de funções da linguagem são equitativos.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Os autores de referencia da retórica para o Padre Antonio Vieira


Os autores de referência da retórica para Padre António Vieira eram Aristóteles, Cícero e Quintiliano, fundamentalmente os processos que a escola ensinava.
É certo que as técnicas são comuns a quase todos os oradores da época, a forma de as pôr em prática, essa revela o gênio inconfundível de Vieira, o seu inigualável talento de arquitetar argumentos, explorar conceitos e de trabalhar as palavras.

domingo, 2 de novembro de 2008

«Primeiro Estranha-se, Depois Entranha-se»

E foi este o slogan que o nosso tão tipicamente português Fernando Pessoa criou para a tão típica e internacional Coca-Cola.
A venda de Coca-Cola em Portugal foi proibida até ao ano da revolução pois o Dr. Ricardo Jorge julgou que, na sua composição, a Coca-Cola continha cocaína e que o slogan de Fernando Pessoa comprovava isso mesmo.
Todo o português conhece esta frase «Primeiro Estranha-se. Depois Entranha-se» mas ao que parece agora as coisas mudaram um pouco, sendo que, agora primeiro entranha-se e só depois é que se estranha.

domingo, 28 de setembro de 2008

Uma história à inglesa

A única coisa que se sabia acerca daquela estranha e velha mulher que ocupava o n.º 7 da Rua da Junqueira era o facto de ter imensos gatos, nunca se sabia ao certo quantos eram pois, volta e meia, aparecia no quintal um gato que nunca ninguém vira ate então.
Dizia-se na aldeia que, o facto de nunca ter tido um marido, pelo menos conhecido, a tornara um bocado louca, pelo menos excêntrica era, e denotava-se essa loucura na estranha aversão que tinha por humanos. O seu comportamento quase felino levou a que as pessoas da aldeia se afastassem dela e as crianças quase impingidas pelos avôs a amoverem-se da estranha senhora, já com tantas rugas que mais parecia ter perto de 100 anos.
A mim sempre me pareceu simpática. Quando cheguei à aldeia era tudo muito estranho e novo para mim, e a casa da vizinha, estranha como era, sempre me despertou um especial interesse com as suas altas sebes, como se quisesse que ninguém entrasse, contudo podíamos ver a fachada da casa, parecia torta, e tinha tantas janelas que parecia ter sido, à muito tempo, uma casa imperial, tinha um ar sujo e as janelas deixavam denotar que dentro da casa existia imenso pó, parecia abandonada.Um dia quis explorar a casa e quando finalmente consegui passar a sebe encontrei do outro lado uma senhora que me olhava com olhos curiosos, muito abertos como quando um gato vê algo pela primeira vez.
(...)

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

O Jardim Encantado

Espero que estejam a ter umas boas férias, e aproveitem-nas bem pois estão para acabar, resta-nos um mês sensivelmente.
Resolvi publicar um pequeno post com uma sugestão de leitura, para aqueles que apreciam, claro.
Fui comprar "Os Maias", o livro que iremos estudar para o 11º ano, e estava a espera de comprar outro livro "Conspiração" de Dan Brown, infelizmente, a livraria não o tinha. Como queria comprar outro livro, para me entreter, antes de começar a ler "Os Maias" resolvi comprar um livro de nome "O Jardim Encantado", nao julguem o livro pelo título, foi um bestseller do New York times e as críticas, boas, que tinha na parte contraria do livro fizeram-me querer adquiri-lo, e assim fiz.
Acabei de ler o livro e deixou saudades no fim da leitura, gostei realmente. Recomendo a todos, que gostem de ler, que o comprem. É um livro pequeno, 263 páginas, e para quem gosta daquele tipo de Histórias vai ser, certamente, apaixonante. Eu que nem sabia que tipo de história iria encontrar dentro do livro apreciei realmente. Agora irei voltar à minha leitura de "Os Maias" e mais para a frente, se o tempo o permitir, voltarei a reler o livro.