"No tempo de Salazar é que era bom".
Pelo menos no tempo de Salazar estas, tão desagradáveis, situações não aconteceriam.
Vejamos estas mentes pérfidas dos adolescentes: não basta só a "malandrice" e a falta de respeito, como também o facto de vangloriarem os seus actos publicamente. O "bullying" a portuguêsa.
Uma das figuras mais respeitadas, até á cerca de 35 anos, hoje já não o é mais. Falo claro, dos Professores.
O "bullying" português não é apenas uma verdade de agora. Contudo, foi agora que evoluio para o patamar seguinte. Já não existe apenas violência entre alunos. Agora chega e sobra para os professores, inclusivé com direito a divulgações nos meios de comunicação social.
O que despertou os Portugueses para este tema foi um vídeo. No qual, a agressora não prima pela educação e o "camera men" pela inteligência ou, não teria divulgado o vídeo.
Este vídeo veio despertar as consciências portuguesas seguindo-se de uma série de "trriiiim's" que encheram os mass media, para deleite dos mesmos.
É claro que as escolas nunca foram uma utopia, nem no tempo de Salazar o foram, mas pelo menos o respeito coexistia.
terça-feira, 22 de abril de 2008
domingo, 9 de março de 2008
A crónica da Crónica
O que é a crónica senão mais um meio de comunicação?
É claro que não tem o "poder" de influenciar as pessoas como a rádio, os jornais, a televisão ou, desde um passado mais recente, a internet detêm.
Digo influenciar pois as pessoas recebem as informações e não as contestam. Talvez não nos apercebamos que o fazamos pois desde crianças somos expostos a várias informações desnecessárias e a publicidade sem interesse. Contudo, não poderíamos analisar ou reflectir sobre tudo o que vemos pois, diariamente, somos bombardeados por milhares de informações e sendo nós humanos, Portugueses, tornar-se-ia díficil realizarmos essa tarefa.
Os meios de comunicação moldam as opiniões dos espectadores, pois os espectadores limitam-se em basear a sua opinião ou, em muitos casos, a copiar a opinião transmitida pelos meios de comunicação sem antes aprofundarem o assunto e depois sim criar a sua própria opinião, ao fazermos isso estamos a tornar-nos meros papagaios da opinião.
Sendo a crónica mais um meio de comunicação social estou a caracterizar a crónica como mais um moldador da opinião pública.
É claro que não tem o "poder" de influenciar as pessoas como a rádio, os jornais, a televisão ou, desde um passado mais recente, a internet detêm.
Digo influenciar pois as pessoas recebem as informações e não as contestam. Talvez não nos apercebamos que o fazamos pois desde crianças somos expostos a várias informações desnecessárias e a publicidade sem interesse. Contudo, não poderíamos analisar ou reflectir sobre tudo o que vemos pois, diariamente, somos bombardeados por milhares de informações e sendo nós humanos, Portugueses, tornar-se-ia díficil realizarmos essa tarefa.
Os meios de comunicação moldam as opiniões dos espectadores, pois os espectadores limitam-se em basear a sua opinião ou, em muitos casos, a copiar a opinião transmitida pelos meios de comunicação sem antes aprofundarem o assunto e depois sim criar a sua própria opinião, ao fazermos isso estamos a tornar-nos meros papagaios da opinião.
Sendo a crónica mais um meio de comunicação social estou a caracterizar a crónica como mais um moldador da opinião pública.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
O POEMA
Foi-nos pedido para escrevermos um poema para a aula de Português...
Não gosto muito do poema, se bem que eu tenho uma tendência natural para não gostar daquilo que faço.
Sou um ser
Sou um ser quer acredites quer não
Um ser que vive uma vida feita de pó e de nada
Um ser da luz quando não está rodeado de escuridão
Sou um mero mortal, nada mais
Não tenho nada de especial que me destinga dos outros, eu sei
Preciso de ar, de respirar
Preciso viver, de gritar de sentir
Preciso de ti, preciso de ninguém
Apenas preciso
Quer acredites quer não
Não faço as coisas por fazer
Por vezes parece que sim mas não
Preciso de dormir, de sobreviver
Preciso de ti, preciso de ninguém, apenas preciso
Um ser que chora, que ri
Que ama, mas que acima de tudo odeia
Quer gostes quer não, sou um ser
sou um ser que precisa de viver, de morrer
Quer gostes quer não sou o ser que sou
Não gosto muito do poema, se bem que eu tenho uma tendência natural para não gostar daquilo que faço.
Sou um ser
Sou um ser quer acredites quer não
Um ser que vive uma vida feita de pó e de nada
Um ser da luz quando não está rodeado de escuridão
Sou um mero mortal, nada mais
Não tenho nada de especial que me destinga dos outros, eu sei
Preciso de ar, de respirar
Preciso viver, de gritar de sentir
Preciso de ti, preciso de ninguém
Apenas preciso
Quer acredites quer não
Não faço as coisas por fazer
Por vezes parece que sim mas não
Preciso de dormir, de sobreviver
Preciso de ti, preciso de ninguém, apenas preciso
Um ser que chora, que ri
Que ama, mas que acima de tudo odeia
Quer gostes quer não, sou um ser
sou um ser que precisa de viver, de morrer
Quer gostes quer não sou o ser que sou
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Florbela Espanca
É uma das melhores poetisas portuguesas, sem dúvida alguma.
Os temas nos quais se baseiam os seus poemas continuam actuais e penso que qualquer pessoa se torna fã, ao ler um texto da sua autoria, mesmo que não conheça toda a sua obra irá, certamente, identificar -se com o poema e querer alargar os seus conhecimentos sobre a obra da autora. Digo isto, seguindo o exemplo de mim próprio.
Gosto imenso dos poucos poemas que conheço da autora pois, infelizmente, não conheço toda a sua obra, mas existem dois que gosto de especial forma e que me foram dados a conhecer na aula de Português, vou dizer os nomes dos mesmos, pois se os transcrever posso ter problemas com os direitos de autor, se bem que me deveriam agradecer por estar a fazer publicidade, são eles:
AMAR, Florbela Espanca, Charneca em Flor (1931)
&
EU, Florbela Espanca, Livro de Mágoas (1919)
Os temas nos quais se baseiam os seus poemas continuam actuais e penso que qualquer pessoa se torna fã, ao ler um texto da sua autoria, mesmo que não conheça toda a sua obra irá, certamente, identificar -se com o poema e querer alargar os seus conhecimentos sobre a obra da autora. Digo isto, seguindo o exemplo de mim próprio.
Gosto imenso dos poucos poemas que conheço da autora pois, infelizmente, não conheço toda a sua obra, mas existem dois que gosto de especial forma e que me foram dados a conhecer na aula de Português, vou dizer os nomes dos mesmos, pois se os transcrever posso ter problemas com os direitos de autor, se bem que me deveriam agradecer por estar a fazer publicidade, são eles:
AMAR, Florbela Espanca, Charneca em Flor (1931)
&
EU, Florbela Espanca, Livro de Mágoas (1919)
O que é para mim a Poesia
Ai poesia, poesia
Aquela que nos ilumina a vida.
É verdade, os poemas estão por toda a parte, desde as letras de música punk, rock, fado, etc. até aos poemas ditos "normais" criados por poetas, tudo isso é poesia.
As denominadas "lyrics" são nada mais que poemas musicados, acompanhados de instrumentos. Poesia é também os nossos sentimentos, emoções, vaidades, etc.
Associamos a Poesia aos Poetas pois são eles que a "produzem", isto é, são os poetas que nos dão a conhecer a Poesia pois são eles que escrevem ("a tempo inteiro") os seus sentimentos e coisas que os rodeiam no papel e nos dão a conhecer essa escrita em verso, a Poesia, a Poesia pode ser tudo, pode ser qualquer coisa até que podemos fazer poesia sobre o nada.
Para mim a poesia é óptima pois pegarmos num poema a análisa-lo é fantástico porque temos de tentar entrar na mente do autor e tentar percebê-lo. È claro que a escrever também é óptimo, se bem que nem sequer posso chamar de poesia aquilo que tento criar.
Poesia é também como alguém escreveu <<é morder como quem beija>> pois pode ser utilizada como forma de criticar a sociedade ou alguma coisa que rodeia o poeta de forma subtil, mas mesmo assim ser uma crítica.
Aquela que nos ilumina a vida.
É verdade, os poemas estão por toda a parte, desde as letras de música punk, rock, fado, etc. até aos poemas ditos "normais" criados por poetas, tudo isso é poesia.
As denominadas "lyrics" são nada mais que poemas musicados, acompanhados de instrumentos. Poesia é também os nossos sentimentos, emoções, vaidades, etc.
Associamos a Poesia aos Poetas pois são eles que a "produzem", isto é, são os poetas que nos dão a conhecer a Poesia pois são eles que escrevem ("a tempo inteiro") os seus sentimentos e coisas que os rodeiam no papel e nos dão a conhecer essa escrita em verso, a Poesia, a Poesia pode ser tudo, pode ser qualquer coisa até que podemos fazer poesia sobre o nada.
Para mim a poesia é óptima pois pegarmos num poema a análisa-lo é fantástico porque temos de tentar entrar na mente do autor e tentar percebê-lo. È claro que a escrever também é óptimo, se bem que nem sequer posso chamar de poesia aquilo que tento criar.
Poesia é também como alguém escreveu <<é morder como quem beija>> pois pode ser utilizada como forma de criticar a sociedade ou alguma coisa que rodeia o poeta de forma subtil, mas mesmo assim ser uma crítica.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Carta ao Presidente da Républica
Excelentíssimo senhor
Presidente da republica
Venho por este meio solicitar a Vª Exª que interceda junto do Concelho Europeu pedindo ajuda urgente, talvez com a criação de um fundo comunitário, para um país que tanto necessita: O Darfur. Questões de origem étnicas dois grupos rebeldes provocaram um confronto, provocando a morte e a fome nesse país.
Por essas razões deveria ser criado um fundo de apoio com a ajuda conjunta dos 27 países pois o Espirito de Solidariadade é o que identifica a Europa no mundo nao esquecendo claro que a EU + África têm objectivos em comum. Por hoje eles amanhã por nós.
Sem outro assunto de momento.
Despeço-me atenciosamente
Aléxis Trindade
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
O verbo ler nao suporta o imperativo.É uma aversão que compartilha com outros o verbo amar... o verbo sonhar...(Daniel Pennac)
A frase de Daniel Pennac, em cima referida, está totalmente de acordo com os direitos do leitor. O leitor não é obrigado a ler podendo saltar páginas ou até mesmo a não acabar o livro. O leitor tem também o direito de reler se assim o quiser... Por isso é que o verbo ler, assim como, o sonhar e o amar não são imperativos.
Isto quer apenas dizer que o verbo ler, assim como, o sonhar e o amar nao mostram obrigatoriedade, pois ninguém nos pode dizer -Lê! Assim como não nos podem dizer -Sonha. Diz-nos também que os leitores têm os seus direitos reservados.
Isto quer apenas dizer que o verbo ler, assim como, o sonhar e o amar nao mostram obrigatoriedade, pois ninguém nos pode dizer -Lê! Assim como não nos podem dizer -Sonha. Diz-nos também que os leitores têm os seus direitos reservados.
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